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Pronto, meu surto era inevitável!

inevitavel

“Nada acontece por acaso, neste mundo, só existe o inevitável.”
Quando eu era criança e minhas tardes se resumiam a ver desenhos esta frase me marcou muito. Na época, ela me fascinou pois fazia um fechamento perfeito para o enredo de um anime desenho japonês. Entretanto, hoje em dia, levando para a minha vida, percebo cada vez mais como o inevitável sempre está nos influenciando.

Desde pequenas coisas, como estar no lugar certo na hora certa, até na escolha do curso da faculdade, as vezes eu sinto como se eu estivesse sendo conduzido no vai e vem da caixinha de surpresas do universo, mas diferente da filosofia de vida “deixa a vida me levar”, são necessárias algumas etapas para que aquilo aconteça, quase como pré-requisitos para o inevitável.

Mas aí você questiona, é claro que se você fizer tal coisa, você terá determinada conseqüência, é a lei básica da ação e reação, logo não existe o inevitável. Eu até concordo neste ponto, porém a diferença é que o esforço que você precisa para tudo dar certo é bem menor no inevitável. Por exemplo, na semana do post da mudança, eu estava querendo mudar toda a minha vida, mas então parei, pensei e tomei uma decisão óbvia do que já estava embaixo do meu nariz. No mesmo dia o inevitável começou a agir, mesmo sem comunicar minha mudança para ninguém propostas surgiram, oportunidades apareceram e tudo o que eu havia feito nos últimos 2 anos, de repente, assim como a frase, fez sentido, tudo foi colado e quando eu vi eu estava no topo de uma escada, segurando o inevitável.

O que eu tenho aprendido com o inevitável é que eu não posso parar, nunca, afinal, algum dia tudo o que você fez e aprendeu, mesmo sem conexão alguma, vai fazer todo sentido. E você, já se encontrou com o inevitável?

Pronto, Surtei! Estou à venda no Buytter!

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Buytter é o hype de hoje no twitter.  Criado por @bleebot , o jogo é baseado no aplicativo Friends for Sale desenvolvido para Facebook

Elaborado com ajuda do API do Twitter, não é necessário fazer qualquer cadastro para se colocar a venda, entretanto para comprar outras pessoas é necessário estar logado na sua conta do twitter.

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Clique aqui para comprar uma pessoa

 

Ao começar o jogo, você conta com $1000,00 estalecas a sua disposição, o seu valor de mercado é de apenas $200,00, porém, cada vez que alguém te compra a sua conta passa a valer mais. O ideal é comprar perfis interessantes, assim rapidamente eles serão comprados e você ganha um pouco de dinheiro, por exemplo, hoje comprei o perfil do
@camiseteria por 200$, o perfil passou a valer U$220, depois alguém comprou por U$240,00 e esse dinheiro foi “debitado” em minha conta.

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Você também pode comprar presentes!

 

Ainda não foi divulgada a fórmula de valorização do perfil, a única coisa que se sabe é além de valorizar cada vez mais a cada compra o custo da operação também aumenta. Por exemplo, para comprar um perfil relativamente novo, é necessário pagar o valor do perfil + uma taxa de compra de $9,00.

Inutilidades a parte, é divertido ficar acompanhado quem compra o seu perfil e quem você tem a possibilidade de comprar. Na meritocracia da internet é mais uma forma de rankings:).

Um alerta interessante publicado na página do Twitter Brasil é de que a cada compra, se você não desmarcar uma opção no box de confirmação, a informação é twittada, enchendo o seu perfil de spams e irritando seus followers.

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Desmarque esta opção para não twittar sua compra.

Quem quiser me seguir ou me comprar @andresinkos

Boas Compras! 

Pronto! Pai e mãe, SURTEI!

 

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Depois de crises existenciais e mudanças, chega a hora de pensar porque encaramos de determinada forma alguns problemas. Uma das minhas teorias envolve os filhos ideológicos.

Um belo dia, ou não, você e eu nascemos. Eu faço parte da categoria de filhos onde os pais além de planejar a vinda do rebento também planejaram todo o meu futuro. Coisas banais como que escola freqüentar, cursos até namoradas. Como sempre fui uma criança babaca tranqüila que não tinha sinapses suficientes para dizer “epa, a vida é minha”, acabei crescendo e internalizando muito desses valores como verdades.

Então eu fugi de casa com 11 anos, dei a volta ao mundo como mochileiro e retomei o controle da minha vida! Mentira…mas seria legal hehe, o que os pais e outros igreja não contam é que somos pessoas,e um dia começamos a nos questionar o porque de certas coisas, acabamos descobrindo que muitos valores são ultrapassados e tudo aquilo que encarávamos como verdade absoluta, na verdade era apenas com consenso do século passado, elaborado por pessoas em um contexto sócio-cultural-ambiental totalmente diferente do atual.

Questionar valores e substituir por um novo é algo que demora um certo tempo. Auto-afirmação é algo que leva tempo. Então, quando você passa a morar sozinho e precisa tomar suas próprias decisões esses valores ultrapassados passam a assombrar sua mente. Por isso você tem muito potencial para surtar, porque seus pais criaram toda uma expectativa sobre o que você deveria ser e na verdade você é muito melhor diferente disso :) . Pai, mãe, desculpa, mas eu não sou o filho que vocês sonharam! Surtei !

Pronto, surtei com os labirintos da vida!

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Quadro de Gustav Klimt

Em certos momentos da vida chegamos a um ponto onde podemos escolher entre duas estradas, aquela que já conhecemos, apenas um círculo que nos fará voltar sempre ao mesmo lugar, ou podemos escolher uma estrada nova, que talvez nos leve tanto para um novo lugar quanto, também, para o mesmo ponto. Conhecer a estrada é sempre cômodo,você evita problemas e não importa o que você faça, ela sempre continuará passando pelos mesmos lugares. Infelizmente, sempre existe um porém, a vista, outrora maravilhosa, enjoa, aquela árvore imponente, agora, olhando de perto, não é nada mais do que um simples galho, aquele rio que você precisava de ajuda para atravessar, não é mais tão difícil e o tempo que você leva para percorrer a estrada diminuiu, muito, fazendo você voltar sempre ao mesmo ponto e se questionar, será que eu devo?

Muitos dirão, larga de ter medo e arrisque-se. É fácil pensar assim, é fácil ser idiota e não ter medo de dar novos passos e não ter medo das conseqüências. Infelizmente, para essas estradas não existem mapas, nem informações suficientes de pessoas que já a trilharam que faça uma previsão exata de como será o seu desempenho nessa aventura. Você pode descobrir que ela é mais tranqüila do que você imaginava, os morros que você avistava, de perto são bem mais fáceis, além de que você pode encontrar alguém que vai te ajudar pelo caminho. O maior medo é que você nunca mais voltará para a mesma velha estrada. Será que vale a pena abrir mão de tudo por uma nova aventura, ou se arrepender de não ter ido? Será… Será?… 

Pronto, surtei com as verdades que enterrei embaixo do meu nariz!

 

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Existem diversos tipo de verdade, aquelas que não queremos ver e aquelas que não conseguimos ver. O primeiro tipo compreende aquele universo de possibilidades que ignoramos, pois sabemos que aquilo irá nos afetar. Temos medo deste tipo de verdade pois ela dói, machuca e acima de tudo, não temos controle. É difícil assumir que falhamos, que estão nos traindo, que não se importam com você! Mas são verdades que precisamos encarar, para corrigi-las, resolver o problema e acima de tudo para nos libertar e crescer!

O segundo tipo de verdade, é aquela que queremos ver mas não conseguimos. Precisamos da ajuda dos outros. Às vezes ela vem de graça, na forma de um elogio, mas na maioria dos casos ela surge nos momentos de crise. Não sabemos muitas de nossas qualidades, e acabamos rodando por vários territórios em busca do nosso verdadeiro eu, sem saber que somos bons em determinada área. Eu tive que escutar da boca de um amigo que era bom em uma coisa, que para mim era natural, para parar de buscar o que queria fazer da vida e me concentrar naquilo. É claro que devemos dar valor as coisas que batalhamos para conseguir, mas as vezes, aquelas coisas inatas, com as quais já nascemos, que formam o nosso verdadeiro eu, não são valorizadas, e acabamos por enterrá-las para que um dia, outro alguém encontre e diga a verdade.

Pronto, surtei! Todos têm problemas!

 

Olá, posso ajudá-lo?

Olá, posso ajudá-lo?

 O ser humano adora competir, até mesmo em quantidade de doença, ou você nunca encontrou alguém se vangloriando por já ter amputado todos os membros do corpo, fora ter sobrevivido à gripe espanhola e a peste negra?

Entretanto, quando o assunto são problemas, de repente, o ranking desaparece. Subitamente, todos passam a ter uma vida perfeita, são cases de superações heróicas que fariam qualquer psicólogo orgulhoso. E quem está compartilhando, de repente, se torna a pior pessoa na face da terra.

Crendices populares, apelações religiosas, morte, sempre temos aquela frase de efeito de casca de bala que resolve o problema, entretanto esquecemos de olhar para baixo e lembrar que nós mesmos somos uma imensa bola de neve mal resolvida.

Alguns relacionamentos se baseiam nisso, as pessoas odeiam escutar conselhos, mas adoram ter seus problemas resolvidos e acabam criando uma relação de dependência que passa a ser chamado por alguns doentes de “amizade”. Claro que às vezes somos obrigados a tomar atitudes pelos outros, mas em muitos casos é só uma desculpa para não resolver nossos problemas. “Não vou sair de casa porque meus pais não vivem sem mim”, “Não vou mudar de emprego porque a empresa precisa de mim”, “Não vou cortar o cabelo assim porque ele não gosta”. Acabamos pegando os problemas dos outros e tratando como se fossem nossos, claro que é difícil terminar essa relação de dependência e claro que tem conseqüências, mas se colocar nessa situação e criar uma falsa impressão de ser indispensável só está criando mais problemas, para você e para a pessoa.

Bem, eu tenho alguns problemas, quer resolve-los?

 

Pronto, surtei e te julguei mal!

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Porque sentimos tanto prazer em julgar as pessoas? Você pode não ter pensando nisso ou percebido, mas se fosse algo tão banal, já teríamos parado com isso faz tempo!

Esse prazer quase orgásmico é a origem de guerras, religiões, vizinhas malas e fakes no orkut em redes sociais. Adoramos ficar sabendo o que está acontecendo com outros, para, nem que seja por pensamento, julgar a criatura. Existe até profissão regulamentada para executar o feito! Já pensou em ser padre? Você escuta confissões, julga e dá penitencias em nome de deus claro.

O pior julgamento que podemos fazer é com base nas primeiras impressões. Quantas vezes você já não se surpreendeu fazendo isso? Positivamente e negativamente claro! A namorada que nunca faria aquilo com você, o curso que salvaria sua carreira e pessoas que você não admite a existência. Subestimar e superestimar. Eu tenho muita experiência nisso e mesmo assim não aprendo. Continuo a me basear nas primeiras impressões, é como brincar num jogo de sorte, será que essa vez eu acertei? O que importa é que sempre erro. E ai, já está me julgando?

Pronto, surtei! Insônia Criativa

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Sou uma pessoa tipicamente noturna, não porque escolhi, simplesmente porque acostumei, sem querer admito, a fazer tudo de madrugada. Durante a escola, por estudar de manhã, fazer milhares de coisas de tarde e só restar a noite para estudar. Durante a faculdade, por estagiar durante o dia, fazer o curso durante a noite e só sobrar a madrugada para fazer qualquer coisa.

Bem, não importa ao certo o motivo, vejo muita gente reclamando de sua insônia, muitas vezes sempre é um problema, pois no outro dia você acorda quebrado, mas quase nada me deixa mais satisfeito do que minha insônia criativa! Adoro acordar cheio de idéias e vontade de produzir, mesmo ultimamente faltando o que fazer, é deliciosa essa sensação capitalista de não estar parado e saber que seu cérebro possui sinapses suficientes para gerar e armazenar novos conteúdos além novas formas de se expressar.

Pena que na agência não me deixam trabalhar de madrugada, não sabem o rendimento que estão perdendo! E você, o que já fez em seus surtos criativos na madrugada?

Pronto, surtei com tanta opção!

Esse mundo cheio de long-tails está me deixando maluco!

 

2h escolhendo a imagem!

Duas horas escolhendo a imagem!

 

 

Existiu um tempo quando eu era muito feliz por fazer parte de uma categoria massificada.  Eu reclamava da falta de opções, precisa de informação? Leia a folha de São Paulo ou uma Veja! Entretenimento? Passa desenho de manhã, sessão da tarde e você ainda termina a noite com novela! Refrigerante? Manda uma cueca cuela aew que está tudo tranquilo! Infância Feliz.  Ai eu cresci e o final você decide! Afinal em um mundo de opções, sempre existe uma que combina com você!

 Não existe problema em ter escolha, mas sim na quantidade absurda que existe hoje em dia.  Nossos pais reclamam que somos indecisos,  precisa comentar algo?  Alguns casos são simples de se resolver, por exemplo, a lista de blogs que assino é gigantesca, assim como os podcasts. É só ir adicionando, sem critério!  Temos a impressão de que o problema está resolvido, entretanto estamos apenas adiando a decisão para um momento quando vamos estar com ainda mais opções! Se já estava difícil escolher quais dos 10 blogs eu iria ler, como a decisão se torna mais fácil com 1000 opções? Simples,  o tempo que você gastaria para ler você perde escolhendo o que ler.

E assim que o mundo gira, mais opções, mais tempo escolhendo o que fazer e menos tempo fazendo!  E você? Gasta mais tempo fazendo ou escolhendo?

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